segunda-feira, 18 de maio de 2015

CAPÍTULO 38.

- Luan... - Acordei com alguem me chacoalhando para que eu acordasse. 

- Oi - Eu rapidamente me ajeitei na cadeira e olhei pra moça, era uma enfermeira 

- Sua namorada acordou - Eu não conseguia acreditar naquela frase que eu tinha acabado de escutar - Ela não para de chamar por você, foi difícil acalma-la por isso vim te acordar

- Eu preciso vê-la - Disse ficando de pé quase num grito, ela chamava por mim? Eu nao acreditava naquilo

- Me acompanhe - Sorriu 

Fui em direção ao corredor que dava acesso ao quarto onde há pouco dormia a minha princesa, olhei pro relógio que marcavam 05h da manhã, eu tinha dormido apenas duas horas, mas eu não me importava! Só queria saber dela! 

- É aqui - A enfermeira sorriu parando na porta do quarto segurando a maçaneta - Pode entrar - Ela girou a maçaneta e me deu passagem. 

Meu coração saltava pela boca, eu estava eufórico. Não sabia se ria de alegria ou se chorava por ter deixado uma das pessoas que eu mais amava naquele estado, porque sim, aquilo era culpa minha. Eu coloquei o pé no quarto e nossos olhos se encontraram, por incrível que pareça seus lábios sorriam pra mim. Mesmo depois de um acidente daqueles, ela sorria pra mim. Foi inevitável não sorrir de volta, aqueles lábios fazendo conjunto com seus dentes num sorriso perfeito me deixavam extremamente perdido. 

- Luan - Ela disse baixo e seu sorriso se abriu mais largamente 

- Minha princesa - Lagrimas desciam pelo meu rosto so de imaginar que eu a deixei entre a vida e a morte. A minha Clara. Eu me aproximei, arrastando a poltrona para o lado de sua cama, me sentando e pegando em sua mão que estava quase caindo da cama - Eu senti tanto medo - Dei um beijo em sua mão a olhando 

- Não precisa mais ter medo, eu estou aqui - Ela sorriu dizendo com aquele jeitinho meigo que me deixava mais apaixonado 

- Me desculpe?? - Eu pedi arrependido 

- Para! Não ha o porque se desculpar - Ela sorriu - Eu estou bem 

- Amor, isso foi culpa minha... Eu deveria te proteger, te cuidar, mas olha o que eu fiz - Apontei pra ela - Eu tô com um peso enorme na consciência! Queria que tivesse sido eu ao invés de você 

- Não fala uma coisa dessa!!! Não é culpa sua, as coisas acontecem porque tem que acontecer - Ela sorriu - Você que trouxe essas flores, amor? - Ela olhou pras flores e logo depois me olhou 

- Foi princesa, eu trouxe - Sorri percebendo que ela queria mudar de assunto - Você gostou? 

- Eu amei amor, sao as mais lindas que eu ja vi! 

- Eu ia te dar no dia do acidente... - Abaixei a cabeça 

- Estou doida pra voltar pra casa - Ela mudou de assunto bruscamente 

- Eu tomei uma decisão por esses dias mo - Eu segurei mais forte em sua mão e ela me olhou interessada 

- Qual decisão?? 

- Como toda a imprensa já sabe o que aconteceu com você, eu cancelei uns shows meus por duas semanas pra ficar com você... 

- Amor, não! Não quero te atrapalhar - Ela me interrompeu 

- Já ta feito amor! Não vou mudar de ideia! Eu preciso ficar com você, cuidar de você! 

- Você ja cuida, e como vai ficar? Todos esses show cancelados... Amor, não é justo, olha eu posso ficar na casa da minha mãe... - Ela falava sem dar pausa

- Amor, não adianta! - Me aproximei - Vou cuidar de você - Esta sentindo dor? 

- Só um pouco - Ela riu fraco 

- Onde dói amor? - Perguntei ja preocupado

- A costela - ela fez careta - Aqui, aqui e aqui também - Apontou pros lugares onde o corte havia sido mais profundo e ela tinha acabado de tomar pontos 

- Se eu pudesse passava toda essa dor pra mim 

- Para com isso - Ela riu - Eu queria muito uma coisa 

- O que?? - Perguntei curioso 

- Um beijo, to com saudade - Ela fez bico 

- Não precisa nem pedir - Ri e me aproximei dela depositando um longo selinho em seus lábios. Nesse momento meu celular tocou e ela me olhou sorrindo torto - Vou atender amor - Disse me sentando novamente e retirando o celular do bolso - É a sua mãe - Olhei o identificador de chamadas que marcava o nome da minha sogra. Clara sorriu feliz

- Oi Dona Marina - Eu sorri 

- Meu filho... Você esta no hospital? - Ela perguntou preocupada e eu nao podia mentir

- É, eu estou Dona Marina 

- Eu sabia que você dormiria ai... Mas não é sobre isso que eu queria falar 

- Aconteceu algo? - Perguntei curioso 

- Eu não consigo dormir, só queria saber se você teve alguma notícia, alguma novidade... 

- Tenho - Eu disse empolgado - A Clara acordou - Olhei pra ela que agora chorava

- Ai meu Deus, eu nao acredito - A ouvi chorar do outro lado da linha - Carlos acorda, Carlos - Ela chamava seu Carlos - Nós vamos agora mesmo! Um beijo meu querido, até já - Ela nem esperou eu responder e já desligou 

Eu guardei o celular no bolso e olhei pra Clara que agora secava as lágrimas. Ela sorriu pra mim, eu retribui e me sentei na poltrona outra vez segurando sua mao direita. 

- Tudo aconteceu tão rápido, né? - Ela perguntou e me veio na mente mais uma vez que aquilo era culpa minha 

- É... Se eu não tivesse te deixado lá sozinha - Lamentei 

- Você não me deixou sozinha, esta aqui comigo agora - Ela sorriu. Como conseguia ser tao doce? - Amor, eu não fiz nada daquilo com você... Não chamei o Felipe, ele simplesmente apareceu na minha casa - Ela olhou fixo em meus olhos 

- Eu acredito em você meu anjo! - Acariciei seu rosto que estava levemente ralado 

- Mesmo? - Perguntou desconfiada 

- Mesmo meu amor, mesmo! - Beijei seu rosto 

- Minha filha - Ouvi a porta do quarto se abrir e logo em seguida adentrar o quarto Dona Marina, Vinicius, Mel e seu Carlos. Eles choravam 

- Mãe - Ela não pôde conter uma lágrima. E logo abriu os braços para um abraço. Eu me levantei da poltrona dando espaço para eles. Fiquei admirando aquela cena. Dona Marina agarrada na filha com cuidado, beijando de leve seus cabelos. 

- Oi Mel - Fui cumprimenta-la porque era a única que não tinha visto hoje 

- Oi Luan - Ela sorriu e eu a puxei para um abraço 

- Fico feliz por vocês - Me referi a ela e ao Vinícius e ela rapidamente entendeu 

- Eu também fiquei - Riu e eu acompanhei 

- Como ela está? - Perguntou me soltando 

- Bem agora - Sorri e cumprimentei Vinicius e Dona Marina. Seu Carlos agora abraçava a filha 

- Obrigada por ter ficado com ela - Dona Marina falou 

- A senhora não deve agradecer por isso - sorri - É o minimo que eu poderia ter feito 

- Meu Deus, Mel??? - Ouvi Clara perguntar sorrindo - Quanta saudade, vem aqui me dar um abraço - Clara sorriu e Mel retribuiu já emocionada 

- Eu senti muita saudade de você! De vocês todos na verdade! - Mel agora estava chorando 

- Nós também sentimos - Seu Carlos se pronunciou e Vinícius sorriu de canto pra ele 

Tudo estava maravilhoso, eu fiquei imensamente feliz por ela ter acordado eu não me perdoaria se o contrario tivesse acontecido. 

- Com licença - A enfermeira adentrou o quarto - Precisamos fazer alguns exames e aí a paciente ja pode ser liberada - Ela sorriu pra Clara que terminava de abraçar Vinícius. Dona Marina olhava pra nós sorrindo largamente. A enfermeira saiu do quarto. 

- Filha você não vai ficar sozinha naquele apartamento - Seu Carlos pegou em sua mão 

- Não vou pai, o Luan cancelou todos os shows dele por duas semanas pra ficar comigo - Ela me olhou sorrindo 

- Ah é? - Seu Carlos também me olhou - Otimo - Sorriu pra filha e caminhou em minha direção - Obrigado por isso - Bateu em meu ombro duas vezes e foi em direção a porta. 

- Nós precisamos ir agora mãe - Vinícius disse e Dona Marina suspirou 

- Infelizmente - Lamentou 

Nós saímos do quarto olhando pra Clara. Eu tinha um misto de sensações nesse momento. Era ótimo vê-la sorrindo, acordada novamente, mas por outro lado era péssimo saber que ela sofreu por tanta coisa e passou por isso tudo por culpa minha. Nós fomos até umas cadeiras que ficavam no meio do hospital. 

- Eu vou beber um café - Avisei ao pessoal que continuou seguindo enquanto eu desviei o caminho. Caminhei até a máquina de café e peguei um copo pra mim enchendo-o embaixo da máquina. Fui caminhando destraido mechendo com a colher de plástico o café - Meu Deus me desculpe - Havia esbarrado em alguem e derrubado um pouco do meu café em sua blusa 

- Não foi nada - Pelo tom de voz era uma mulher. Olhei para seu rosto e... 

- Gabi? - Perguntei sorrindo. Nós namoramos no colégio. Tínhamos por volta dos 17 anos. 

- Luan! - Ela afirmou sorrindo - Só não te abraço agora porque alguem derrubou café em mim - ela riu 

- Meu Deus, é verdade! Vem cá - Peguei em sua mão e caminhei até uns bancos do outro lado do hospital. A deixei lá e fui até o banheiro. Joguei o resto do café fora e peguei um pedaço de papel para seca-la. Voltei com o papel e ela agora assoprava a blusa. Ela estava sentada e esticava o tecido. O que pra mim, que estava de pé, foi um grande privilegio poder ver seus seios daquele ângulo. Opa, foco Luan! - Aqui está o papel - Sorri fraco me sentando ao seu lado 

- Obrigada - Ela passou o papel na blusa, o que não resolveu muito 

- Me desculpe - Sorri passando a mão nos cabelos 

- Não precisa pedir desculpas - Ela sorriu e eu a olhei. Ela estava muito mais bonita do que na época do colégio. Cabelos mais loiros, um rosto angelical, sorriso lindo e um corpo, bom, um tanto quanto desejável. 

- Você esta mais bonita - O que foi isso? As palavras simplesmente escaparam da minha boca 

- O tempo faz bem pra algumas pessoas - Ela riu - Inclusive pra voce, também esta mais bonito - Sorriu sem mostrar os dentes - E agora é famoso 

- Pois é - Eu ri com seu comentário 

- O que faz aqui? - Ela assoprava dentro de sua blusa, com certeza eu havia queimado-a 

- Minha namorada sofreu um acidente, mas agora esta tudo bem - Sorri - E você? O que faz? 

- Exames de rotina, coisas de mulher, sabe como é - Ela sorriu e logo em seguida voltou a assoprar 

- Eu te queimei, ne? Quer mais papel? - Perguntei me levantando 

- Não precisa - Ela segurou meu braço e me olhou - Ja esta bom assim - Eu voltei a me sentar - Você conseguiu - Ela me olhou - Você é um cantor agora -Na sua frase, ela me lembrou da época em que eu compartilhei meus sonhos com ela 

- Eu consegui Gabi - Sorri pra ela 

- Olha só, não usa mais aparelho - Ela riu alto

- Voce sempre me zuou por isso - Eu ri 

- Me desculpe - Ela cruzou as pernas e eu não pude deixar de reparar. Porra, o que esta havendo com você? Sua namorada acabou de ficar entre a vida e a morte e você ja esta olhando outra? 

- Não foi nada - Desviei o olhar 

- Eu ja vou indo - Ela sorriu e se levantou 

- Já? - Perguntei 

- Sim, tenho os exames pra fazer - Sorriu - Foi um prazer te rever - Ela me puxou para um abraço. - Bom, agora eu posso te abraçar, melhorou um pouco a situação aqui - Sorriu e eu também. Seu perfume era bom. 

- Acho que não deveríamos perder o contato - Sorri - Me passa seu telefone? - Disse num impulso. 

- Claro - Ela sorriu - Anota ai - Eu peguei meu celular - É 9****-**** 

- Anotei - Voltei a olha-la. 

- Ja vou entao - Ela me deu um beijo na bochecha - Fica com Deus 

- Vai com Ele - Ela saiu e me deixou ali a admirando por alguns segundos. 

Voltei para onde estava todo o pessoal ainda pensativo sobre o que acabara de acontecer. Por que eu tinha agido daquela forma? Eu tenho uma namorada agora, nao posso sair por ai pedindo o telefone de todas as mulheres bonitas que eu esbarrar. Mas nós eramos apenas amigos de infância, não havia problema nisso. Achei melhor pensar assim. 

- Você demorou - Vinícius disse enquanto eu me sentava.

- Acabei encontrando uma amiga de infância aqui no hospital, acredita? - Achei melhor nao mentir 

- Sério, cara? - Vinícius me olhou - Bacana 

Duas horas se passaram desde que saímos do quarto de Clara. Nós ja esperavamos impacientes. Mel dormia no ombro do Vinícius. Dona Marina e seu Carlos estavam firmes e fortes, pelo menos era isso que aparentava. Eu estava impaciente, ja havia levantado umas vinte vezes para beber água e ja tinha ligado para minha irmã para avisar que Clara havia acordado, ela comemorou com um grito na minha orelha e disse que iria preparar uma surpresa pra ela em seu apartamento. Até me pediu pra levar a chave do lugar pra ela, mas eu disse que ficava embaixo do tapete da entrada e ela concordou desligando. Vi um enfermeiro trazer a Clara em uma cadeira de rodas. Ele a empurrava. Ela sorria largamente e carregava o vaso de orquídeas que eu havia lhe dado.  

- Ela ja pode ir - O enfermeiro disse sorrindo - Voltem para tirar o gesso daqui três meses. 

- Tudo bem - Nós assentimos sorrindo

Eu carreguei a cadeira de rodas até o andar debaixo. Avistamos fora do prédio diversas pessoas, fotógrafos, repórteres, fãs e alguns curiosos também. Não havia outro jeito, eu teria que passar por ali. Nos passamos a luz de muitos flashes. Clara acenava pra todos e agradecia o carinho das fãs que estavam ali. Os repórteres faziam perguntas incansavelmente. E eu respondia a algumas. Nós passamos por eles e logo fomos para meu carro. 

- Filha você vai ficar bem? - Dona marina perguntou 

- Sim mãe, terei até um enfermeiro particular - Ela riu 

- Ótimo querida - Sua mae sorriu - Cuide bem de minha filha - Ela me abraçou e eu assenti

Nós nos despedimos de todos eles. Fui com a Clara ate meu carro, abri a porta e a tirei da cadeira de rodas com muito cuidado, segurando-a no colo e a coloquei no banco em meio a algumas reclamações de dores dela. 

- Tô tao feliz que voce ta aqui - Eu disse dando um beijo em sua testa - Eu te amo - Selei nossos lábios sorrindo e ela retribuiu. O beijo acabou se prolongando. 

- Eu também te amo - Ela disse assim que acabamos o beijo e eu sorri.

Fechei a porta do carro e levei a cadeira de rodas até uma moça que estava lá embaixo. Ela assentiu e me pediu uma foto, eu prontamente aceitei e depois da "selfie" ela me deixou ir. Eu avistei o carro e entrei colocando o cinto. 

- Você demorou - Clara disse passando a mão sobre o seu gesso. 

- A moça me pediu uma foto - Eu sorri e ela também - Te machuquei? - Perguntei passando a mão sobre a sua 

- Nao amor - Ela sorriu pra mim e eu me aproximei de seu corpo. Como era bom tê-lá juntinho de mim dessa forma. Inalei seu cheiro e ela olhava em meus olhos. Nossas testas estavam coladas, meu coração ja não obedecia mais, ele batia desritmado. Dei início a um beijo calmo e cheio de carícias pelo seus cabelos e nuca. Vez ou outra eu descia devagar minha mão até a sua cintura onde ali, havia uma faixa. Ela sorria entre o beijo. Nós acabamos quando não havia mais fôlego com diversos selinhos. 

- Se eu tivesse te perdido nao sei o que seria de mim -  Afastei seus cabelos e cheirei seu pescoço a olhando 

- Eu não te deixaria - Ela segurou meu rosto e me olhou fixamente dando um selinho em meus lábios - Agora vamos que eu tô doida pra voltar pra casa - Ela riu e eu também. 

Dei partida no carro e nós seguimos para sua casa. Estacionei meu carro dentro de sua garagem e entrei com ela no prédio. Seu Jorge nos olhou assustado, eu a carregava nos braços. E eu só assenti pra ele. Eu ia o mais devagar possivel, com todo cuidado. Nós adentramos o elevador.

- Mo, me poe no chão? - Ela disse me olhando e eu a obedeci, colocando-a devagar. Ela passou seu braço envolta de minha cintura e eu depositei um beijo sobre sua cabeça. Fiquei ali, alguns segundo enquanto o elevador subia, a admirando. Como ela era forte, perfeita, quase um anjo, se não um que Deus havia me enviado. A porta do elevador se abriu e nós caminhamos devagar até a porta de seu apartamento. Eu dava passos pequenos e ela me acompanhava agarrada em mim. 

- Cade a chave? - Ela me olhou e eu sorri 

- Nao vamos precisar de uma - Disse girando a maçaneta. Sabia da surpresa de Bruna, portanto a porta estaria aberta. 

Nós entramos e demos de cara com uma faixa que carregava um "Seja bem vinda, Clara". Bruna segurava um bolo em mãos e sorria largamente. Clara um buquê de flores e Matheus a acompanhava. Minha mãe e meu pai também estavam presentes. Assim que entramos Clara começou a chorar. Eu caminhei com ela até Bruna que deixou o bolo sobre a mesa e a abraçou devagar 

- Senti sua falta cunha - Clara sorriu 

- Nunca mais dê um susto desse na gente - Bruna disse visivelmente emocionada. 

Ela abraçou a todos. Estávamos muito emocionados. Eu cumprimentei o pessoal também e logo Matheus se pronunciou 

- Vamo comer esse bolo ai galera - Ele disse e eu concordei caminhando até o bolo. 

- Espera - Clara disse quase num grito - Quero tirar uma foto dele antes - Ela riu 

Bruna segurou novamente o bolo e Clara posicionou seu celular para tirar a foto. Eu lhe segurava. Fazia de seus passos os meus, tinha medo de que algo acontecesse com ela. 
"Não ha forma melhor de ser recebida. Obrigada a todos que torceram pela minha recuperação. Estou em casa agora, graças à Deus. Agradeço muito a minha primeira e segunda famílias. Amo vocês todos ❤"

- Obrigada por tudo - Clara disse emocionada depois de guardar o celular no bolso. Eu coloquei a orquídea no meio da mesa e voltei a segura-la. Não sabia o que seria da minha vida sem aquela mulher. 



AMORESSSSSS, CHEGUEI!!! EU FUI VIAJAR SEXTA FEIRA E SÓ VOLTEI HOJE DE MADRUGADA! E ADIVINHEM? LA NAO TINHA SINAL! NA VERDADE, ERA SÓ MATO KKKKK MAS FOI BEM LEGAL! ADORO MATO KKK EU ACORDEI CEDINHO, MESMO INDO DORMIR BEM TARDE, SÓ PRA TERMINAR DE ESCREVER E POSTAR PRA VOCES! O QUE VOCES ACHARAM DESSE CAPITULO??? GENTE E ESSA GABI?? SERÁ QUE ELA É INOFENSIVA? E O LUAN ESTA SE SENTINDO MUITO CULPADO, TADINHO :/ PROXIMO CAPITULO SE PASSARÃO ALGUNS MESES AMORES, PORTANTO: MUITAS SURPRESAS. COMENTEM!!! BEIJOCAS! 



4 comentários:

  1. Não gostei dessa gabi, amando clara já ta em casa e logo ta bem de novo, Luan um fofo mesmo sendo idiota as vezes já pode continua ansiosa.❤👏😍

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    1. Essa Gabi ainda vai dar o que falar :x ... O Luan é um fofo mesmo sendo idiota kkkkkkkk adorei!

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  2. Espero que o Luan não ligue pra essa gabi, clara em ksa ele cuidadando dela só love esses dois, e o Felipe não vai acontecer nda com ele por ele ter feito essa armação toda?

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    1. Estranho ele ter pedido o numero dela, né? ... Sobre os dois por enquanto vão estar so no love kk ❤ Vaaaai, só que ainda vai aprontar muito :x ops kk não posso falar mais.

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