sábado, 11 de abril de 2015

CAPÍTULO 3.

Depois de tantos pensamentos martelando na minha cabeça resolvi subir até meu quarto. Lily desceu do meu colo e eu levantei do sofá. Caminhei em direção a escada com a bolotinha branca atras de mim. Subi ás escadas e entrei no meu quarto, a primeira porta do corredor. Entrei no quarto acompanhada de Lily que já se ajeitava em uma caminha que ficava no canto do meu quarto, especialmente pra ela. Fui até o closet escolher uma roupa. Depois de ter escolhido, caminhei até o banheiro. Assim, me despi e entrei no chuveiro. Tomei um banho tranquilo. Sai do banheiro com uma toalha na cabeça e outra que envolvia meu corpo. Me vesti dessa forma:
Desenrolei o cabelo da toalha e passei levemente sobre meus cabelos. Fui em direção a gaveta pegar um pente. Penteei meus cabelos e me olhei no espelho. Gostei do que vi. Sai do quarto e fui até o de meus pais. Minha mãe estaria lá. Quando cheguei em frente a porta do quarto, bati e assim que escutei um "entra filha" eu entrei. Lá estava minha mãe, deitadinha, assistindo a um filme na tevê. As janelas do quarto estavam fechadas, o que causava um clima aconchegante no quarto. Minha mãe me olhou e sorriu carinhosa, bateu na cama algumas vezes como quem fizesse sinal para que eu me deitasse com ela. E assim fiz, quase que correndo caminhei em direção a cama, deitei entre os seios dela que imediatamente me envolveu com seus braços e começou a fazer carinho em meus cabelos.

- Como foi seu dia, meu amor? - Disse carinhosa tirando os olhos do filme e me olhando.

- Ótimo mãe. Sobre a faculdade nem preciso dizer nada, né? - Rimos - No hospital também está tudo tranquilo. Hoje o Luan Santana apareceu por lá, acredita? Fiquei sabendo que ele foi ver as crianças. - Não quis dizer que tinha conversado com ele. Isso geraria outras perguntas, e não queria mais uma vez pensar nele. Afinal, o que estava havendo comigo? - Ah, e a Cris me chamou para um festival sertanejo sábado, provavelmente vou ficar por lá na casa dela até domingo. E você mãe? O que fez a tarde toda sozinha?

- Ah filha, seu pai voltou durante a tarde pra almoçar comigo e com o Vinicius. - Ela dizia enquanto fazia cafuné em meus cabelos - Logo depois seu irmão foi trabalhar, vai chegar tarde, por volta da meia noite. Seu pai também. Suas tarefas roubam vocês de mim. - Deu um suspiro triste - Estou abandonada aqui - Riu.

- Ai meu Deus, como é dramática. - Falava enquanto dava beijos sobre o rosto dela. 

Ficamos assistindo filme juntas até que eu cai no sono. Acordei assustada, firmei os olhos até perceber que estava no quarto da minha mãe, mas não encontrei ela por lá. Localizei o relógio e vi ás horas 21h35. É eu dormi demais. Sentei na cama, coloquei os pés pra fora e calcei meu chinelo que estava sobre o tapete. Sai meio cambaleando por ter levantado repentinamente e fui em direção a sala. Chegando próximo a ela escutei vozes, muitas por sinal. Éramos pra estar sozinhas. Quando cheguei na sala encontrei todos por lá, até mesmo Mel, a namorada do meu irmão. 

- Nossa, o que é isso? Reunião? - Disse enquanto passava a mão em meus olhos ainda embaçados. - Estão falando mal de mim? - Cerrei os olhos e acabamos rindo. 

- Ah meu Deus, que saudade. - Mel disse enquanto vinha correndo me abraçar. - Faz tanto tempo que não te vejo.

- Eu também estava morrendo de saudade! Você agora só quer saber do meu irmão. - Fiz bico. 

- Não fale isso. Ele que está me roubando. Quase não me traz mais aqui. - Eu olhei pra Vinicius com um olhar de repreensão e ele levantou os braços em tom de rendimento.

- Não estou roubando ninguem não, ela é minha namorada pô! - Ele veio em minha direção mastigando algo - Deixa eu te abraçar, quando eu acordo você já saiu de casa, quando eu chego você está dormindo, poxa, não vejo mais minha irmã! 

- Ai que bonitinho! - Me soltei de Mel e abracei meu irmão. - Por que você está aqui essa hora? Não era pra estar na faculdade? - Falei ainda abraçada a ele. 

- Fomos liberados mais cedo, teve incêndio no prédio da frente e o cheiro da fumaça invadiu nosso prédio todo, estava impossível de ter aula.

- Nossa, mas você está bem? - Falei admirada e ele riu

- Você parece a mãe. Ela me fez um interrogatório aqui. O incendio foi no outro prédio. Eu tô legal, galera. - Ele ria

Meu pai veio pra me abraçar também, nós trocamos algumas palavras e fomos jantar, todos juntos. Eu amava estar reunida a minha familia, eles eram maravilhosos e eu esperava por muitos momentos como esse. A nossa janta foi descontraída, brincamos e rímos muito. Vinicius era quase um palhaço, principalmente quando esta ao lado da Mel. Ele adorava fazer ela rir. E eu ficava toda feliz em ver que aquele amor dos dois era tão bonito. Nós brincavamos muito na infancia juntos, e quando ficamos adolescentes, todos da família até mesmo parentes brincavam com os dois dizendo que ficariam juntos. E por brincadeira minha, eles acabaram ficando mesmo. 
A janta acabou e eu fui pro sofá com a Mel.

- Acho que comi demais - Ri

- É, eu também! A comida da tia Mari é sempre boa - Ela dizia enquanto dava um suspiro. - A Cris me ligou, me convidou para um festival sertanejo no sábado, adoro! - Rimos

- Vai ser ótimo, estou precisando mesmo me divertir um pouquinho. Faz pouco tempo que as aulas e o trabalho no hospital começaram, mas já estou morta.

- E ai princesa, vamos? Vou te levar pra casa, está tarde! - Vini chegou na sala e pegando na mão de Mel a levantou do sofá. 

- Vamos amorzinho. - Ela disse sorrindo e eu só olhando aqueles dois. Dava vontade de morder.

- Tchau minha linda, se cuida, até sábado. - Ela disse me abraçando

- Tchau Melzinha, não some, até sábado.

Os dois foram em direção a cozinha se despedir do meu pai e da minha mãe e eu subi em direção a meu quarto. Tinha acabado de acordar, mas estava morta. Decidi tomar mais um banho pra dormir. Lily estava eufórica no meu quarto, aparentemente tinha acordado agora. Eu ri e fui tomar meu banho. Quando saí escolhi um pijama pra vestir: 

Corri para debaixo das cobertas e me permiti pensar. Amanhã seria um novo dia, um dia cheio. Quando me dei conta estava pensando sobre o que Carol disse. Será que ele a visitaria frequentemente? Então eu poderia vê-lo frequentemente? Só de imaginar isso, meu coração já disparava. - Deixa de ser boba. Ele tem uma vida muito corrida. A folga que ele tem ele vai ver a família, e não você. - Espera, ele não vai ver você. Ele vai ver a CAROL. - Eu conversava sozinha no quarto. Aquele assunto estava me corroendo. Ele mexeu comigo. - É uma pequena atração, Clara. Só isso! - Eu tentava me convencer. Depois de tanto pensar, peguei no sono. Amanha seria um dia cheio. 

OI MAIS UMA VEZ MINHAS LINDAS KK *-* NÃO RESISTI E POSTEI O TERCEIRO E CAPÍTULO. POSSO DIZER QUE ESTOU VICIADA EM ESCREVER PRA VOCÊS. NESTE CAPÍTULO O NOSSO LUANZINHO NÃO DEU O AR DA GRAÇA, MAS NO PRÓXIMO TENHO CERTEZA QUE ELE DARÁ. E O QUARTO CAPÍTULO PROMETE. NÃO PERCAM. HOJE ESTOU INSPIRADA E SE TUDO DER CERTO POSTAREI MAIS UM CAPÍTULO PRA VOCÊS. A CLARINHA ESTÁ PENSANDO DEMAIS NO LUAN, NÉ? AGORA A FIC FICARÁ CADA VEZ MELHOR, AMORES. NÃO DEIXEM DE LER *-* 


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